Se você está perdido não se desespere. Esse negócio funciona assim: VOCÊ COMEÇA A LER DE BAIXO PARA CIMA, caso contrário os textos não farão o menor sentido pra você. Preste atenção na SEQUÊNCIA DAS DATAS. Ei, não reclame! Isso não é culpa minha! Os caras cabeça é que fizeram o sistema "ASSIM", "DESSE JEITO"! Obrigado pela visita! ::Leia os Posts Anteriores::
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Rodrixx
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Domingo, Dezembro 25, 2005

e ainda vivo...
12/25/2005

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Sábado, Setembro 11, 2004

...
9/11/2004

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Domingo, Janeiro 04, 2004

A DESPEDIDA
Obrigado a todos que visitaram este site. Espero que tenham gostado de peklo menos alguma coisa. Par mim foi uma experiencia muito boa, aprendi muito aqui. Mas como agora náo tenho muito tempo pra postar eh melhor encerrar as atividades do blog e dar ferias coletivas pra todos.(estou sem acentos)

Quando quiserem recordar algo e dar uma risada boa, visitem os posts anteriores logo abaixo. Obrigado e um abraco a todos.. Feliz 2004 para todos!

Setembro 2002
Outubro 2002
Novembro 2002
Dezembro 2002

1/4/2004

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Domingo, Agosto 31, 2003

Ainda vivo...
8/31/2003

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Sábado, Julho 26, 2003

Não chorem. Estou vivo.
7/26/2003


Sob Responsabilidade Humana (parte 14 e final)
Gerson Lodi Ribeiro


- Isto mesmo. E não se esqueça, não tente educar muitas crianças na primeira geração. Dez crianças de cada sexo devem bastar. A partir da segunda, com o auxílio dos mais crescidos, as coisas serão mais fáceis.
- Está bem, Andy. Educarei apenas uns poucos de cada vez. Procure descansar agora. Você está muito fraco.
- Não há tempo, filho. Está escurecendo. Já não estou conseguindo ver o seu rosto...
Ainda bem. Desse modo, não pode perceber as lágrimas que me correm face abaixo, pela primeira vez nesses meses de vida orgânica.
- Não pode imaginar o quanto esperamos para dar à humanidade esta pequena esperança de um novo começo. E o quão agoniativa e laboriosa foi a espera. Mas vamos fazer melhor desta vez. Jamais duvide da sua própria humanidade, meu filho... É preciso crer nela, para que os velhos erros...
Sua cabeça descai de lado sobre o travesseiro.
Enorme no interior da luva do traje-estanque, minha mão envolve a dele.
- Andy! Andy, fale comigo...
Morreu sem completar a sentença.

* * *
Vários anos se passaram desde então.
Os níveis de radiação na superfície estão quase normais. Na semana passada, o programa-mestre informou que os sistemas genéticos estão operacionais e sob minhas ordens. Calculo que dentro em alguns meses, ao mais tardar, poderei iniciar os preparativos para parir as minhas primeiras crianças humanas.
Mas imagino que esta seja uma preocupação comum, do tipo que passa pelo espírito de muitos pais e mães humanos desde o princípio dos tempos. Preparo-me ao máximo para amar e educar os meus filhos e filhas da melhor forma possível.
Afinal, vou ser o único ser humano a lhes servir de exemplo. Talvez não tenha o direito de me afirmar humano, embora o programa-mestre pareça julgar que eu conquistei esse direito. Desde a morte de Anderson, ele tem me obedecido incondicionalmente, sem hesitações.
Para bem e para mal, estou prestes a me tomar pai e mãe dos meus queridos bebês humanos.

Gerson Lodi-Ribeiro, Dezembro de 1986.
[ F I M ]

7/26/2003


Sob Responsabilidade Humana (parte 13)
Gerson Lodi Ribeiro

- Fui levado a crer, Anderson? Eu sou um homem! Sei que estou desprovido de um organismo físico há quase duas décadas. Mas me lembro perfeitamente do tempo em que não só possuía um corpo, como sabia usá-lo muito bem.
- Estas memórias foram plantadas de uma forma muito sutil no programa que constitui a sua mente. Mesmo dentro do traje estanque, a Dra. Farmer parece visivelmente esgotada.
- Plantadas em minha mente? Vocês só podem estar brincando! Porque se dariam a este trabalho todo?
- Para fazê-lo acreditar que é Adam Fatherman, um homem acidentado. A voz do Dr. Harrison soa bem firme, com uma calma assustadora.
- E quem eu seria, então? - Estou um pouco incrédulo mas, ao mesmo tempo, me divirto com a charada. - Onde estariam as minhas memórias verdadeiras?
- Não há memórias reais. - O tom de Anderson é enfático. - Foi tudo engendrado.
- Tudo? O que você quer dizer com tudo?
- Sua mente. Suas recordações. Sua personalidade. Você. Tudo o que você julga ser.
- Pelo amor de Deus, Andy! - O grito da Dra. Zebrowski reverbera num eco estridente, surpreendentemente histérico. - Acaba logo com isto! Por que não diz logo que ele não passa de um maldito programa...
- Natasha! Anderson quase explode de indignação. Seu rosto habitualmente pálido, congestiona-se com uma cor rubra, que eu nunca havia presenciado em seu semblante, sempre tão calmo.
- Um programa! Esta é muito boa! Um programa... A gargalhada me sai do sintetizador alegre e espontânea.
- Eu avisei que ele não ia acreditar. - Anderson suspira, soltando o ar dos pulmões. Lança um olhar em direção ao pedestal do meu cérebro e se volta para a câmera que emprego para observá-los. ¿ Bem, temos aqui o material necessário para convencê-lo. Suvin, me passa o laser.
O cientista menos idoso abre em frente ao chefe de pesquisa um estojo de couro que levava sob o braço direito. Anderson manuseia o artefato com a cautela e o respeito típicos de quem nunca precisou lidar com armas.
Vejamos o modelo. Rastreio automático de cores e dimensões. Depois de uma consulta instantânea a duas das bibliotecas militares, descubro se tratar de uma submetralhadora termolaser portátil, modelo PTL-47A, versão 2027 AD. Antiquada, mas de modo algum obsoleta. Uma arma de grande poder ofensivo, de uso exclusivo das Forças Armadas.
- Deseja um prova, não é. Adam? Sorrindo, Anderson ajusta a PTL em potência mínima e feixe difuso. Aponta para a cúpula no topo do pedestal e destrava o disparador.
- Ah, Anderson... Que blefe mais bobo! - Tento dar um tom calmo à voz sintética. Mas a qualidade do aparelho se volta contra mim, ecoando o meu temor. - O que está pretendendo afinal?
- Destruir esse cérebro vegetal e amorfo, que temos mantido vivo há quase um ano, a bem da encenação.
- Não, Anderson. Por favor, não... Minhas súplicas chegam tarde demais.
A submetralhadora dispara. O feixe coerente ultravioleta atravessa a cúpula transparente sem danificá-la e começa a calcinar meus tecidos orgânicos.
Não sinto nada.
O fluido nutriente borbulha e ferve, emitindo um chiado agudo. A superfície interna da cúpula escurece. Cinco segundos mais tarde, os últimos vestígios de líquido se transformam em vapor.
Do meu cérebro só resta uma massa enegrecida e fumegante, menor que um punho fechado. Uma fumaça parda e espessa se espalha pelo interior da cúpula.
O líder do projeto se volta outra vez para a minha câmera.
- Desculpe, Adam. Foi uma experiência traumática, não há dúvida. Mas necessária. Você estava precisando de um tratamento de choque para começar a acreditar naquilo que pretendemos contar.
- Não, não, não! Eu não acredito! Sou um homem, um ser humano! Não um simples programa! - Se ainda não estiver inteiramente convencido, sugiro que busque a confirmação na área Favo-ômega.
Favo-Ômega! O único nódulo de memória bloqueado para mim. Durante todos esses anos, tenho sitiado essa área secreta. Não obstante os meios poderosos ao meu dispor, jamais consegui transpor as muralhas da cidadela. Os códigos de bloqueio da Favo-Ômega permanecem inexpugnáveis. E o seu conteúdo um mistério.
- Vocês nunca franquearam meu acesso a essa área.
- As coisas mudam, meu amigo. Anderson devolve a PTL ao estojo aberto por Suvin.
- Não me chame de amigo! Mas, apesar da fúria, aceito a sugestão. Para minha surpresa, o acesso a Favo-Ômega está liberado.
É incrível!
Armazenados nesse nódulo de memória estão todos os arquivos e planos para a implementação de um projeto de pesquisa experimental em inteligência artificial autoconsciente. O Projeto Fatherman.
A especificação detalha uma seqüência extremamente longa de passos para a criação de um programa multi-heurísticos autoconsciente. Todo o comportamento humano, ou perto disso, regido por cerca de setecentos milhões de algoritmos heurísticos. Desde as sensações, as respostas instintivas, as emoções e os sentimentos, até as lembranças forjadas. Tudo isso indistinguível dos seus congêneres humanos autênticos.
Está tudo muito claro agora.
Não passo de um programa.
Um programa incrivelmente complexo, cuja criação teria sido impossível sem o auxílio de outras inteligências artificiais autoconscientes. Uma entidade tão sofisticada, a seu modo, quanto à própria mente humana.
Ainda assim, um programa. Autoconsciente. Contudo, desprovido de vida autônoma.
Este programa foi posto em funcionamento há poucos meses. E não há vinte anos, como eu pensava. A sensação de estar há décadas aprisionado neste aposento constitui, é lógico, uma partícula minúscula no oceano das minhas recordações forjadas.
Compreendo agora muitas coisas que me haviam passado quase despercebidas. Jamais sai deste aposento, pois o biocomp está aqui, e eu estou dentro dele. Como programa, sou uma simulação quase perfeita. Há, contudo, algumas lacunas. Não me lembro, por exemplo, de aroma algum, agradável ou não. O motivo é bem óbvio. A tecnologia biomédica não consegue decodificar os sinais eletroquímicos associados ao olfato, diferente do que ocorreu com a visão e a audição.
Inteiramente ludibriado!
Como consolo, resta apenas o feto de que fui programado, exatamente e desde o início, para aceitar o embuste como verdade.
O sentimento de amargura só permite a pergunta: - Por quê?
- Não nos julgue tão mal, meu amigo. - A voz de Anderson é pouco mais que um sussurro. - Você sabe que não seriamos capazes de criar uma entidade racional com o propósito único e exclusivo de enganá-la e tripudiar sobre ela. Esse corpo jovem estendido na maca é humano e real. Não está, é claro, neste recinto. Esta é apenas uma projeção holográfica.
Para terminar de me convencer, a Dra. Farmer acionava o controle em suas mãos enluvadas e aquilo que eu tinha como meu clone desaparece por completo, com a maca e tudo.
Anderson fita o espaço vazio ocupado anteriormente pela projeção, com um ar que suponho tristonho e filosófico. Volta o rosto para mim, e acrescenta:
- O cérebro do clone está vazio, mas em perfeito estado. Vamos baixá-lo no neocórtex dele assim que disser que está pronto. Dedicamos não vinte, mas trinta e nove anos, ao êxito deste projeto.
Você é nosso oitavo protótipo, e o primeiro inteiramente bem sucedido. Demos graças aos céus pelo êxito, pois não acreditamos haver tempo para uma nona tentativa.
- Como pretendem carregar as recordações simuladas de um programa numa rede de neurônios humanos?
- Suvin e eu levamos vinte e três anos desenvolvendo a tecnologia e os sistemas que vão tomar esse upload possível.
Percebo uma ponta de orgulho na voz cansada do Dr. Harrison.
- Um esforço medonho para criar um programa autoconsciente que vai se tornar humano. E daí? Pretendem ganhar um Prêmio Nobel com isto?
- Não, meu caro. - Não percebo no sorriso de Anderson a satisfação pela vitória conquistada a duras penas. Vislumbro nele apenas uma exaustão, abrangendo todas as áreas emocionais da sua personalidade. (Gozado, me surpreendo falando como se também ele fosse um programa...) - Pretendíamos criar uma mente humana artificial para habitar um corpo humano natural. Um espírito, para transformar uns setenta e poucos quilogramas de carne inerme num ser humano.
O pior de tudo é que eu só vejo sinceridade em seus olhos.
- E para bem da humanidade, nós o conseguimos!
- Apenas um ser humano a mais. Um dentre dez bilhões.
- Não, Adam. - Já liberta do capacete de seu traje, a Dra. Farmer sacode a cabeleira grisalha gravemente, denotando no olhar uma tristeza muito grande, para além de qualquer remédio ou consolo. - Toda a vida racional da Terra se encontra hoje no interior desta sala. Nós, cinco velhos estéreis, e irrevogavelmente contaminados pela radiação, e você, meu filho.
- Contaminados por radiação? Que conversa é essa? Para que isso tudo?
- Vamos por partes. - Fala a Dra. Zebrowski. - Você vai assumir um corpo jovem e saudável, como prometemos. E não só isso, mas assumir também a herança da humanidade. E uma missão de importância vital. Um desígnio que, esperamos, salvará a espécie humana da extinção...
- Eu? Mas, como?
- Explore mais o Favo-Ômega, Adam. - Sugere Anderson num tom neutro. - Até o fundo.
Faço o que ele diz. Mergulho de cabeça.
Os arquivos históricos que me haviam preparado foram propositadamente adulterados com uma versão fictícia, muito mais suave que a verdadeira.
Nesses arquivos constava que a boa parte da humanidade foi ceifada por um conflito termonuclear de proporções globais entre o Norte e o Sul.
Com o término desse conflito, as dezenas de milhões de sobreviventes, depois de duas gerações de privações e sacrifícios, conseguiram reconstruir a civilização.
Na realidade, jamais existiram os tais milhões de sobreviventes.
Apenas umas poucas dezenas de cientistas de uma equipe do bloco russo-americano, enterrada nas profundezas dos Cárpatos Lunares.
A Terra se transformou num planeta estéril. Um autêntico inferno radioativo, eu diria» abusando bastante de um velho clichê. Os insetos e algumas formas vegetais mais resistentes sobreviveram, assim como grande parte das criaturas marinhas.
Todavia, a fauna terrestre de médio e grande porte foi inteiramente varrida. A humanidade inclusive.
Os cientistas da base selenita abandonaram a segurança dos laboratórios sublunares e regressaram a Terra devastada, três anos depois do cataclismo.
Um lance extremamente arriscado. De uma certa maneira, a última cartada da espécie humana. Na Lua, talvez conseguissem sobreviver por quatro décadas ou mais. Na Terra, radioativa e contaminada, estariam com os dias contados. Mas julgavam poder fazer alguma coisa.
Algo capaz de salvar a humanidade e o planeta...
Meu Deus! Como os humanos haviam sido loucos! Com os seus ódios e os seus nacionalismos idiotas, suas ideologias tacanhas e sua incompreensão, haviam arrasado não só a própria espécie, mas uma biosfera inteira.
Liberta dos bloqueios impostos por um conjunto de sub-rotinas sutis, uma parte de mim observa divertida o quão rápido eu fora capaz de me eximir da responsabilidade humana pelo holocausto.
Todos aqueles sonhos grandiosos! A obtenção da imortalidade. A conquista do cosmos. A exploração de outros sistemas estelares. Tudo incinerado por um bando de lobos esfaimados pelo poder.
Sinto-me amargurado demais para exteriorizar esses pensamentos. Realmente é verdade: embora não passe de um programa, também possuo emoções. Ainda encontro forças para perguntar:
- Há quantos anos se deu o holocausto?
A Dra. Farmer olha serena para a minha objetiva e suspira antes de responder.
- Há pouco mais de quatro décadas. Nosso regresso se deu há trinta e nove anos.
- Como pretendem salvar a espécie? Mesmo que me consigam fornecer um corpo humano, que poderei fazer sozinho?
- Meu bom amigo, - Anderson retoma a explicação, embora já mostre sinais visíveis de cansaço, - estamos no interior de um abrigo antinuclear com capacidade para dez mil pessoas. Uma pequena cidade subterrânea, auto-suficiente e isolada do mundo exterior. Infelizmente, o país que o construiu não conseguiu populá-lo antes que a catástrofe se abatesse sobre seus cidadãos. Sua pequena guarnição desertou calmamente poucas semanas depois do conflito. Para nossa desdita, fomos incapazes de reprogramar o portão de acesso da cidadela antes que as reservas de oxigênio dos nossos trajes espaciais se esgotassem. Quase o conseguimos. Mas, no final, fomos obrigados a respirar o ar radioativo presente na atmosfera durante pouco mais de três horas. A radiação não nos matou, é lógico. Mas reduziu drasticamente a nossa expectativa de vida. E nos tomou estéreis.
- No entanto, os projetistas desta cidadela foram muito previdentes. - O Dr. Harrison toma a palavra, sob o olhar agradecido de Anderson, que aproveita para recuperar o fôlego. - Armazenaram milhões de óvulos em depósitos criogênicos, e sêmen suficiente para fecundá-los. Todas as principais espécies terrícolas estão representadas. Amostras dos diversos tipos de solo devem prover os microorganismos necessários para restituir o equilíbrio dos ecossistemas continentais.
- Existem, é claro, vastas quantidades de úteros artificiais e chocadeiras. Imaginamos que o complexo esteja apto a levar a bom termo os mais diferentes tipos de gestação. " O Dr. Suvin parece decidido a me incentivar e confundir com detalhes adicionais. - Compreende o que isto significa. Adam? Dentro em alguns anos, a radioatividade da superfície terá decrescido a níveis toleráveis, e você poderá iniciar o repovoamento da Terra.
- Eu? E vocês, o que farão?
Anderson retoma a palavra para responder.
- Só nos restam uns poucos meses. Adam. Seu corpo físico teve seu desenvolvimento natural acelerado. Possui pouco mais de cinco anos de idade cronológica, contra cerca de vinte de idade somática.
- Mas de quem é esse corpo afinal?
- Trata-se, na realidade, do clone de um cosmólogo ameríndio, Two Hawks, falecido há cerca de doze anos. A amostra celular havia sido coletada ainda na Lua. Uma amostra epitelial de rotina, a que todos nos submetemos e que decidimos manter, durante todo esse tempo, a salvo da radioatividade.
- Há quanto tempo eu estou aqui?
- Como entidade autoconsciente, você possui três anos e cinco meses de existência, embora suas últimas funções só tenham sido ativadas há cerca de oito meses.
- Porque não iniciaram vocês mesmos o processo de repovoamento?
- Esta cidadela tem o seu guardião, meu caro. - O riso de Anderson trai uma ponta de irritação, mesclada à exaustão predominante. - O programa-mestre que controla as instalações não fez as coisas mais fáceis para nós. Durante todos esses anos, ele nos permitiu habitá-las e nos concedeu uma certa liberdade para gozar das suas numerosas comodidades. Foi um sujeito boa praça, atendendo todos os nossos pedidos. Exceto num ponto, onde revelou uma inflexibilidade absoluta. Negou-nos terminantemente o acesso aos bancos genéticos, impedindo que repovoássemos a cidadela.
- Por quê?
- O programa-mestre é uma I.A.A. antiga, mas bastante sensata a seu modo. Ao que parece, ele é regido por uma diretriz suprema que o impede de franquear o acesso aos bancos de gamelas, até que os níveis de radiação na superfície caiam a limites suportáveis pêlos seres humanos, o que calculamos que ocorra dentro em cinco anos.
- Imagino que também existam óvulos e sêmen humanos nesses depósitos criogênicos?
- Várias dezenas de milhares de óvulos, e as doses de sêmen necessárias para fecundá-los. Não é muito. Mas, de qualquer forma, deverão ser suficientes para que vocês recomecem. Será o progenitor de uma nova estirpe de homens e mulheres. Adam. - A voz da W. Zebrowski estremece com a emoção súbita. - Cuide bem deles. Eduque-os de maneira nobre e correta, para a verdade e para a virtude. Não desejamos que venham cometer os mesmos erros da velha estirpe.
Um temor gigantesco toma conta de mim, à medida que vou me conscientizando da enorme responsabilidade do empreendimento.
- Mas eu vou ser o... único responsável?
- O único. - Suvin, sempre o mais jovial da equipe, me pisca um olho e sorri com simpatia, - O programa-mestre da cidadela irá auxiliá-lo com seus conselhos, por vezes até sábios. Mas, em última análise, todo o futuro da espécie humana, os seus sonhos de grandeza e glória e, mais importante, os seus ideais jamais alcançados, dependerão exclusivamente de você.
- De um simples programa! Exclamo, pesaroso ao recordar a minha origem impura.
- Não, meu filho. - Só então eu descubro as raízes daquele tom carinhoso, sempre presente na voz da Dra. F Amor maternal. O bom, velho e desacreditado amor maternal. Ela soluça um pouco. Lágrimas correndo pelas bochechas enrugadas. - Não um simples programa. Mas uma entidade autoconsciente, dotada de emoções, capaz de sentir como uma pessoa. Uma entidade racional apta a reagir como um ser humano, sob quaisquer circunstâncias. Capaz de superar os testes de Turing mais sofisticados já elaborados pela espécie que o criou. Uma pessoa! Entenda bem. Adam, uma pessoa.
- E, o melhor, uma entidade que está prestes a se tornar um ser humano de carne e osso. Acrescenta Anderson.
Sim! Quase me esqueci. O meu maior desejo.
Retomar... Não. Retomar não é mais o termo correio. Nunca foi.
Assumir. Sim, assumir a forma humana.
Finalmente, estou pronto para as responsabilidades gigantescas que seriam em breve depositadas sobre meus ombros de carne e osso.
Mais que pronto, eu estou ávido para a tarefa descomunal que se descortina à minha frente.

* * *
Não foi tão fácil quanto imaginei no princípio. Uma coisa é lembrar ter sido humano. Outra, inteiramente distinta, é tê-lo sido de fato. Diferente lembrar-me movendo um braço ou perna, e realmente movê-los. Pensei que sabia andar. Julgava- me plenamente capaz de proceder como um ser humano... Tolice! Como um bebê, aprendi a andar, enxergar, ouvir e cheirar com os meus novos membros e órgãos sensoriais.
Foi um primeiro mês muito difícil. E meus mestres já não possuíam o vigor físico necessário para me auxiliar.
E, pior ainda, por se julgarem mais ou menos contaminados, eles raramente ousavam se aproximar do meu novo corpo sem os trajes estanques. Explicaram que o risco de contaminação seria normalmente diminuto. Mas como havia a suspeita de que o meu organismo pudesse ser mais sensível que a média ao efeito da radiação (Two Hawks, o doador da única amostra genética segura, foi um dos primeiros a morrer), eles não se atreveram a colocar em risco minha saúde e ¿ eu próprio tremia com a idéia ¿ a última esperança da humanidade.
Portanto, os meus criadores se limitavam ao incentivo à distância, enfatizando sempre o quão importante era a minha aprendizagem.
Quatro meses depois dos meus últimos testes de aptidão, eles começaram a morrer. A doce Dra. Farmer foi a primeira.
Numa manhã, ela não apareceu no refeitório que utilizávamos (Muito estranho. Uma mesa grande para os cinco cientistas e outra, menor e bastante afastada da primeira, para mim. A comida era preparada e servida por autômatos). A Dra. Zebrowski nos disse que ela estava muito mal. Uma semana mais tarde, ela se foi.
Depois, foi a vez do Dr. Hamson. E então, a própria Dra. Zebrowski e o Dr. Suvin.
E, finalmente, para meu desespero e total desalento, o meu amigo Anderson.
Anderson. O grande arquiteto do Projeto Fatherman. O maior especialista em sistemas de inteligência artificial autoconsciente que já existiu. Anderson, em última análise, meu pai.
Sempre suspeitei que ele seria o último. Relutou até o final em abandonar o filho querido.
Em seu leito de morte, ele sussurra:
- Adam, meu filho, - sua voz parece tênue como um fio d'água, pouco mais que um murmúrio. Seus olhos azuis estão baços, quase imóveis - não ceda à solidão. Mantenha a sanidade a todo custo, pois o futuro da humanidade vai depender do modo como irá educar a primeira geração.
- Eu sei, meu amigo, eu sei.
- Não importa o que o programa-mestre afirme. Só dispare a fecundação dos óvulos humanos e animais quando estiver certo de que a superfície pode voltar a ser habitada.
- Vou fazer exatamente como combinamos, Anderson. - Minha voz está trêmula. Não consigo pronunciar as palavras direito, embora já tivesse há meses o pleno controle das cordas vocais. - Não se preocupe. Agirei conforme o planejado.
[Continua...]

7/26/2003

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Sábado, Maio 10, 2003

NOTÍCIAS DO FRONT
Em breve: A novela que conquistou o mundo e encantou pessoas de todas as idades: A House of Mother Juana! Em breve teremos um link exclusivo para a maior saga de todos os tempos. Mistérios, traições e revelações surpreendentes. Aguardem!

5/10/2003

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Quinta-feira, Maio 01, 2003

O CARA É FERA

Clique na cara dele e veja quem é esse figura.

5/1/2003

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Segunda-feira, Abril 28, 2003

WEB CAMS
Visite o blog BlogCam e veja as imagens de câmeras espalhadas por todo o Brasil e pelo mundo.

4/28/2003

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Quinta-feira, Abril 24, 2003

NÃO USAR CELULAR NA CHUVA

Acho que a informação seguinte e importante para qualquer pessoa que use celular em dia de chuva..... Há cinco dias atrás meu primo de 33 anos decidiu falar ao telefone enquanto chovia forte em São Paulo. Ele pegou o telefone, atendeu a ligação e, para melhorar a recepção do sinal, puxou a antena do seu celular ate o Maximo, o que já tinha feito inúmeras vezes antes. Não sei por quanto tempo ele ficou no equipamento, mas ele me disse que queria terminar a ligação, já que era importante. Quando o tempo piorou, ele tentou desligar, mas quando olhou para o celular, notou um brilho incomum, e de repente ele só sentiu o choque na orelha. O celular ficou intacto ate o momento em que ele tentou se livrar do telefone,jogando-o por cima da cabeça, mas quando ele puxou telefone, encostou em um fio de cabelo, e por causa da energia estática armazenados nos fios de cabelo, o choque potencializou. Seu rosto ficou todo chamuscado e com queimaduras de 1o e 2o graus, que podem lhe deixar com cicatrizes. Ele também pode vir a perder uma parte do seu olho esquerdo. Enquanto isso, no hospital, o medico que o atendeu nos disse que esse acidente e bastante comum, e que celular não deve jamais ser utilizado durante chuvas fortes com raios e trovoes. Por favor, passe esta informação para amigos e família.
Engª. Liselene de Abreu Borges SISC - Eng. Elétrica - PUCRS

4/24/2003


O QUE PENSA O POVO

Carola Scarpa pensa que é Mônica Lewinsky; Luciano Huck pensa que é Walt Disney; e...
Tiazinha, simplesmente, não pensa .
Adriane Galisteu pensa que é Grace Kelly; Maurício Mattar pensa que é Fábio Jr; e...
Fábio Jr pensa que é Brad Pitt.
Brad Pitt pensa que é James Dean; e James Dean já não pensa mais...
Ronnie Von pensa que é Ana Maria Braga; Ana Maria pensa que é Hebe Camargo.; e Hebe pensa que é a Xuxa.
Xuxa não pensa , quem pensa(va) é(ra) a Marlene...
Paulo Coelho pensa que é o Mago Merlin; Marta Suplicy pensa que é Hillary Clynton; Nicéa Pitta pensa que é Imelda Marcos. Rosinha Garotinho pensa que é Eva Peron; e... Vera Loyola, simplesmente pensa que pensa...
Marília Gabriela pensa que é Bárbara Walters; Chico Anísio pensa que faz graça.
Miguel Falabela pensa que vai ser mãe; e Luciano Szafir pensa que é o pai...
Luxemburgo pensa que é intelectual.
Gisele Bundchen, com toda aquela grana, pode pensar o que quiser...
Ronaldinho pensa que é o número 1.(ele é o 9);
A Sandy pensa que é atriz e que seu irmão é hétero (Ótima!)
Caetano pensa que é Deus.
Antônio Carlos Magalhães tem certeza... e seu chefe pensa...que você tá trabalhando...
e o MEU TAMBÉM!!!

4/24/2003


NÃO SEJAM ASSIM!

4/24/2003

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Segunda-feira, Abril 21, 2003

FILME ANIMAL EM FLASH

Clique AQUI e veja este filme bem legal sobre um gato muito folgado.

4/21/2003

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Sexta-feira, Abril 11, 2003

FILME INSTRUTIVO EM FLASH

Clique AQUI e veja como se comportar corretamente no trânsito. Muito bom!

4/11/2003

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Quinta-feira, Abril 10, 2003

PERSONALIDADES GASTRONÔMICAS

Áglio e Ólio


John Lemon


Vincent Van Coc

4/10/2003

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Terça-feira, Abril 08, 2003

O QUE ROLA NA VIZINHANÇA



4/8/2003

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Segunda-feira, Abril 07, 2003

MENSAGEM SUBLIMINAR

Na página MensagemSubliminar você encontra alguns textos como este logo abaixo. Pelo menos muito estranho...

A verdade sobre o desenho Caverna do Dragão
Um dos desenhos de maior sucesso da TV brasileira. O desenho na verdade nasceu de um jogo de RPG, "Dungeons & Dragons".
O FINAL DE "CAVERNA DO DRAGÃO" [EXTRAÍDO DA REVISTA HERÓI 2000] - Mestre dos magos é o Demo A história é tão sinistra que é difícil não se surpreender. Segundo o boato, o dragão Tiamat seria na verdade um anjo, enviado para dizer que os garotos nunca conseguiriam retornar ao seu mundo... porque eles estavam mortos! Após um acidente fatal na montanha-russa, Hank e seus amigos morreram e foram destinados a permanecer para sempre no inferno. Lá eles estariam sendo vítimas das maldades do Demônio, que aparecia ora na forma de Vingador, ora na forma de Mestre dos Magos. Para auxiliar seu trabalho, o Coisa-ruim tinha a ajuda de Uni, que sempre impedia as crianças de retornar para a Terra. Esta trama macabra foi amplamente divulgada na Internet e tão bem contada que muita gente passou a tomá-la como sendo verdadeira. Para acabar com as dúvidas, a Herói 2000 conversou com dois roteiristas e o criador do desenho, que concordaram em uma coisa: é tudo papo furado! > Gary Gyrax, produtor e criador de Caverna do Dragão, é quem define: "Não há verdade alguma nisso. Nenhum episódio assim foi produzido. Tiamat não é um anjo e nem ajuda de maneira nenhuma". Já Mark Evanier, um dos roteiristas da série, é mais enfático: "Isto é completamente falso! Apesar de vários finais possíveis terem sido discutidos, nenhum último episódio foi realmente produzido". O escritor Michael Reaves, roteirista de oito episódios, completa: "Caverna do Dragão foi um desenho muito sombrio para sua época - tanto quanto é Gárgulas hoje. Nós o levamos o mais longe possível para um programa infantil". Apesar de Caverna ter sido um desenho à frente de seu tempo, Reaves diz que não haveria chance nenhuma de uma história deste tipo ter ido ao ar: "Os garotos não ficaram presos no inferno, nem o Mestre dos Magos é o demônio ou coisa parecida. Essa história toda é absurda", diz. Mas então, qual é a verdade afinal?

O Verdadeiro Final
Ao final do terceiro ano da série, a CBS decidiu colocar no ar um episódio que encerrasse a temporada. Michael Reaves escreveu aquele que pode ser considerado o verdadeiro último capítulo da série: Requiem. "Este episódio foi escrito de forma que tivesse um duplo sentido, ambíguo e triunfante: se o desenho não continuasse, o final seria satisfatório; se continuasse, o episódio serviria de trampolim para uma nova direção". Reaves finalizou o Script de Requiem em maio de 1985. Para sua surpresa (e a de todos), a série foi encerrada bruscamente e este roteiro acabou nunca saindo do papel. Gary Gyrax explica o fato: "Em 85, a equipe do desenho se reuniu com os executivos da Marvel e da CBS e foi decidido que a série continuaria na temporada seguinte. Os seis garotos - mais velhos e experientes - seriam chamados de volta ao mundo da Caverna do Dragão pelo Mestre dos Magos. Três scripts do desenho foram feitos e eu até aprovei um deles. Mas algumas dificuldades surgiram. A D&D Corp. fechou e a CBS junto com a Marvel decidiu não continuar mais com o desenho. A nova série acabou cancelada antes mesmo de ser produzida". Caso resolvido e encerrado. Só falta agora a Globo voltar a exibir Caverna do Dragão. Os fãs saudosos agradecem.

O Final que Ninguém Viu
Requiem pode ser considerado o verdadeiro final de Caverna do Dragão. Escrito há quase quinze anos, a história traz algumas revelações surpreendentes e um desfecho que certamente agradaria os fãs. "Eu gostaria que o episódio se chamasse Redemption (Redenção), mas a emissora achou que este nome dava muito na cara", diz Michael Reaves. Com a série cancelada, o roteiro nem chegou a virar desenho. O script pode ser lido na íntegra no site do escritor (http://www.mindspring.com/~michaelreaves/Requiem.htm) . Veja o resumo da história: O episódio inicia com os seis garotos enfrentando uma hidra. O Mestre dos Magos aparece durante a briga mas se recusa a ajudá-los, o que causa estranhamento geral. Mais tarde, o Vingador surge e apresenta uma maneira para a turma voltar ao seu mundo: encontrar uma chave escondida e arremessá-la em um abismo. A proposta faz o grupo se dividir em dois (Eric, Presto e Sheila de um lado e Hank, Bobby, Diana e Uni do outro). Após quase morrerem em um vulcão, eles se juntam novamente e encontram a tal chave dentro de um sarcófago com a imagem do Vingador. Ao serem atacados por uma ameba gigante, Eric usa a chave em uma fechadura e salva seus amigos da morte certa. Isso faz o Vingador se transformar em sua forma real (um cavaleiro) e se revela filho do Mestre dos Magos. Com o Vingador libertado, os garotos ganham a opção de voltar para seus lares. O episódio termina sem o espectador saber se eles retornaram ou não para a Terra, deixando aí o espaço para uma continuação na temporada seguinte.

4/7/2003

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Quarta-feira, Abril 02, 2003

SÍMBOLOS

Na página www.symbols.com você encontra o significado de milhões de milhões de milhares (que exagero!) de símbolos. Vale a visita, mas antes de entrar aprenda inglês.

4/2/2003

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Sábado, Março 29, 2003

VIVENDO NO MUNDO DA IMAGINAÇÃO
Este foto foi tirada aqui em casa na comemoração do aniversário do cachorro da nossa empregada:

3/29/2003


PRA DESCONTRAIR:
Um aviao estava prestes a cair. Havia 5 passageiros a bordo e apenas 4 mochilas de páraquedas que só davam para 4 pessoas.
O primeiro passageiro disse: "Eu sou Kobe Bryant, o melhor jogador de basketball da NBA, os Lakers precisam de mim e nao posso morrer". Entao ele levou a primeira mochila e saltou do aviao.
O segundo passageiro, Hillary Clinton, disse: "Eu sou a mulher do ex-presidente dos Estados Unidos, sou a mulher mais ambiciosa do mundo, senadora de Nova Iorque e uma potencial presidente dos Estados Unidos no futuro". Ela levou a segunda mochila e Saltou do aviao.
O terceiro passageiro, George W. Bush, disse: "Eu sou o presidente dos Estados Unidos da América, e tenho a grande responsabilidade de ser líder de uma superpotência. Acima de tudo sou o presidente mais inteligente da história da América e, portanto, o povo Americano nao me deixa morrer". Ele põe a mochila que estava perto dele e salta do avião.
O quarto passageiro, o Papa, diz para o quinto passageiro, que era um menino de 10 anos: "Eu sou velho e não me resta muito tempo de vida, como católico eu sacrifico a minha vida e deixo-te levar o último páraquedas".
O rapaz diz entao: "Não faz mal, há um páraquedas a mais para ti. O presidente mais inteligente da história da América levou a minha mochila da escola."
[enviado por email]

3/29/2003

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Quinta-feira, Março 27, 2003

ESTE É O NOSSO FRIO E CALCULISTA MUNDO ANIMAL EM QUE VIVEMOS

[copiado de algum outro blog a muito tempo, não lembro qual...]

3/27/2003

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Quarta-feira, Março 26, 2003

RETROSPECTIVA RODRIXX 2002
Clique nos links abaixo e faça uma retrospectiva do conteúdo integral mais engraçado e informativo da internet publicado aqui neste blog no ano de 2002. Estes são os famosos Posts Anteriores:

Setembro 2002
Outubro 2002
Novembro 2002
Dezembro 2002

3/26/2003

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Sábado, Março 15, 2003

NOVIDADE NA REDE
Coloquei uma nova página no ar: www.TheSurfer.blogger.com.br. É uma página pra eu mesmo acessar com meus links preferidos e alguns filmes de FLASH que eu estou fazendo e testando. Cliquem na imagem para visitar.

3/15/2003

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Sexta-feira, Março 14, 2003

CÉLEBRES GAFES EM TRIBUNAIS

São "piadas" retiradas do livro "Desordem no Tribunal". São coisas que as pessoas realmente disseram e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, os quais tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos aconteciam à sua frente. Vale a pena ler, são excelentes!!

Pergunta: Qual é a data do seu nascimento?
Resposta: 15 de julho.
P: Que ano?
R: Todo ano.

P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afeta sua memória?
R: Eu esqueço das coisas.
P: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?

P: Que idade tem seu filho?
R: 38 ou 35, não me lembro.
P: Há quanto tempo ele mora com você?
R: Há 45 anos.

P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquelamanhã?
R: Ele disse, "Onde estou, Betty?"
P: E por que você se aborreceu?
R: Meu nome é Susan.

P: Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?

P: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
R: Sim.
P: Que idade ele tem?

P: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada?

P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que você estava fazendo nesse dia?

P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram meninos?
R: Nenhum.
P: E quantas eram meninas?

P: Sr. Wilson, por que acabou seu primeiro casamento?
R: Por morte do cônjuge.
P: E por morte de que cônjuge ele acabou?

P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
P: E era um homem ou uma mulher?

P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
R: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...

P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok?
P: Que escola você frequenta?
R: Oral.

P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vítima?
R: Sim, a autópsia começou às 20:30.
P: E o Sr. Dennis já estava morto a essa hora?
R: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.

P: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?

P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
R: Não.
P: O senhor checou a pressão arterial?
R: Não.
P: O senhor checou a respiração?
R: Não.
P: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
R: Não.
P: Como o senhor pode ter essa certeza?
R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
R: Sim... é possível que ele estivesse vivo e exercendo Direito em algum lugar!

3/14/2003

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Terça-feira, Março 04, 2003

ATENÇÃO!!! NÃO SE ASSUSTE!!!
A qualquer momento você poderá ouvir Tom Sawyer!!!

3/4/2003


SÓ PRA DESCONTRAIR
O presidente George Bush esta querendo aumentar sua popularidade. Chega a uma escolinha e explica sua plataforma de governo. Pede, então, as crianças que façam perguntas:
O pequeno Bob toma a palavra:
- Senhor, tenho três perguntas:
1. Por que o senhor mesmo perdendo nas urnas ganhou a eleição?
2. Por que o senhor quer atacar o Iraque sem motivos?
3. O senhor não acha que a bomba de Hiroshima foi o maior ataque terrorista da história?
Neste momento, soou a campainha do recreio, e todos os alunos saem da sala. Na volta, Bush mais uma vez convida as crianças a perguntarem e o Joey lhe diz:
- Tenho cinco perguntas:
1. Por que o senhor mesmo perdendo nas urnas ganhou a eleição?
2. Por que o senhor quer atacar o Iraque sem motivos?
3. O senhor não acha que a bomba de Hiroshima foi o maior ataque terrorista da história?
4. Por que o sinal do recreio soou 20 minutos mais cedo?
5. Cadê o Bob?

3/4/2003

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Sexta-feira, Fevereiro 21, 2003

Sob Responsabilidade Humana (parte 11)
Gerson Lodi Ribeiro

- Fui levado a crer, Anderson? Eu sou um homem! Sei que estou desprovido de um organismo físico há quase duas décadas. Mas me lembro perfeitamente do tempo em que não só possuía um corpo, como sabia usá-lo muito bem.
- Estas memórias foram plantadas de uma forma muito sutil no programa que constitui a sua mente. Mesmo dentro do traje estanque, a Dra. Farmer parece visivelmente esgotada.
- Plantadas em minha mente? Vocês só podem estar brincando! Porque se dariam a este trabalho todo?
- Para fazê-lo acreditar que é Adam Fatherman, um homem acidentado. A voz do Dr. Harrison soa bem firme, com uma calma assustadora.
- E quem eu seria, então? - Estou um pouco incrédulo mas, ao mesmo tempo, me divirto com a charada. - Onde estariam as minhas memórias verdadeiras?
- Não há memórias reais. - O tom de Anderson é enfático. - Foi tudo engendrado.
- Tudo? O que você quer dizer com tudo?
- Sua mente. Suas recordações. Sua personalidade. Você. Tudo o que você julga ser.
- Pelo amor de Deus, Andy! - O grito da Dra. Zebrowski reverbera num eco estridente, surpreendentemente histérico. - Acaba logo com isto! Por que não diz logo que ele não passa de um maldito programa...
- Natasha! Anderson quase explode de indignação. Seu rosto habitualmente pálido, congestiona-se com uma cor rubra, que eu nunca havia presenciado em seu semblante, sempre tão calmo.
- Um programa! Esta é muito boa! Um programa... A gargalhada me sai do sintetizador alegre e espontânea.
- Eu avisei que ele não ia acreditar. - Anderson suspira, soltando o ar dos pulmões. Lança um olhar em direção ao pedestal do meu cérebro e se volta para a câmera que emprego para observá-los. Bem, temos aqui o material necessário para convencê-lo. Suvin, me passa o laser.
O cientista menos idoso abre em frente ao chefe de pesquisa um estojo de couro que levava sob o braço direito. Anderson manuseia o artefato com a cautela e o respeito típicos de quem nunca precisou lidar com armas.
Vejamos o modelo. Rastreio automático de cores e dimensões. Depois de uma consulta instantânea a duas das bibliotecas militares, descubro se tratar de uma submetralhadora termolaser portátil, modelo PTL-47A, versão 2027 AD. Antiquada, mas de modo algum obsoleta. Uma arma de grande poder ofensivo, de uso exclusivo das Forças Armadas.
- Deseja um prova, não é. Adam? Sorrindo, Anderson ajusta a PTL em potência mínima e feixe difuso. Aponta para a cúpula no topo do pedestal e destrava o disparador.
- Ah, Anderson... Que blefe mais bobo! - Tento dar um tom calmo à voz sintética. Mas a qualidade do aparelho se volta contra mim, ecoando o meu temor. - O que está pretendendo afinal?
- Destruir esse cérebro vegetal e amorfo, que temos mantido vivo há quase um ano, a bem da encenação.
- Não, Anderson. Por favor, não... Minhas súplicas chegam tarde demais.
A submetralhadora dispara. O feixe coerente ultravioleta atravessa a cúpula transparente sem danificá-la e começa a calcinar meus tecidos orgânicos.
Não sinto nada.
O fluido nutriente borbulha e ferve, emitindo um chiado agudo. A superfície interna da cúpula escurece. Cinco segundos mais tarde, os últimos vestígios de líquido se transformam em vapor.
Do meu cérebro só resta uma massa enegrecida e fumegante, menor que um punho fechado. Uma fumaça parda e espessa se espalha pelo interior da cúpula.
O líder do projeto se volta outra vez para a minha câmera.
- Desculpe, Adam. Foi uma experiência traumática, não há dúvida. Mas necessária. Você estava precisando de um tratamento de choque para começar a acreditar naquilo que pretendemos contar.
[Continua...]

2/21/2003

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Quinta-feira, Fevereiro 20, 2003

MAIS SOBRE A INVISIBILIDADE

Logo após o teletransporte, este deve é um dos maiores desafios imaginativos da ciência. A solução é muito interessante: o tecido capta a imagem de um lado e a reflete diametralmente na frente do objeto a ser camuflado. Isso sim é um case de foco no problema/foco na solução* ; ao invés de tornar as coisas invisíveis (foco no problema), criaram uma ilusão de transparência (foco na solução). Acredito que a ilusão será próxima da perfeição dentro de 10 anos, e o custo será relativamente acessível dentro de 20 anos. Já imaginei de primeiro momento várias aplicações possíveis para a invisibilidade de paredes, podendo ser ligada ou desligada conforme a necessidade:
- Para os pais na sala poderem fazer a vigília do seu bebê no quarto;
- Para os carcereiros poderem ver o que se passa dentro das celas presidiárias;
- No lugar das baias nos escritórios, garantindo o contato visual e reduzindo o ruído;
- Se as paredes forem conectadas à Internet, seria uma nova forma de fazer videoconferências;
- No lado de dentro de muros, reduzindo a sensação de clausura e garantindo a segurança do imóvel com o aumento do campo de visão da vigilância.

* Existe uma piada desde o tempo da Guerra Fria que tem como mote o tal foco no problema/foco na solução; conta as desventuras de cientistas estadunidenses gastando rios de dinheiro para inventar uma caneta que permita escrever no espaço enquanto os cientistas russos obtiam os mesmos resultados sem gastar nada: usavam simples lápis. :-) Em tempo: lápis não são permitidos no espaço, pois uma mínúscula ponta quebrada do grafite poderia flutuar até algum componente eletrônico e causar um gravíssimo acidente, principalmente pelo grafite ser condutor de eletricidade.
[Concatenum]

2/20/2003


GOOGLE COMPRA BLOGGER.COM
Leia a notícia aqui.

2/20/2003

The End